Alguns cuidados nas relações interpessoais – parte 2

Quando um filho ou filha caminha para um lado equivocado na vida, mergulhando em comportamentos reprováveis, muitas vezes se busca o culpado no ambiente familiar. Dentro do lar pai e/ou mãe sofrem por presumirem a culpa em si mesmos.

Algumas vezes buscam conselhos, mas encontram recriminação na família e nas conversas com amigos. O mundo parece desabar! Uma tristeza invade por conta desse sentimento de que haviam sinais, mas não se prestou atenção. Como se os filhos fossem unicamente produto da relação com seus pais.

Todavia, cabe um pouco de cuidado na abordagem do assunto. Segundo alguns teóricos da psicanálise, a criança interpreta suas relações com o mundo desde os primeiros meses de vida. Duas crianças cuidadas pelos mesmos pais, podem ter posturas absolutamente diferentes diante da vida, apesar do mesmo zelo no cuidado e relacionamentos saudáveis. Desse modo, se há algo a mudar, primeiramente cabe desvencilhar-se dos entulhos lançados por pessoas que desconhecem sua história e aprofundam a tristeza e o desespero.

A culpa remete a um passado, cuja frequência na produção de um pensamento circular não propicia encontrar novos caminhos, mas mantém você refém de um sofrimento sem fim, podendo levar à depressão e a graves doenças. A psicologia possui técnicas para tratar desses casos. 

Dr. João Palma Filho

Psicólogo – CRP 146.528


Este texto foi publicado na Edição n°1519 do jornal Regional News

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