Viver, é fazer o que gosta

O conceito de vida pode ser subjetivo, mas a nossa intenção é refletir um pouco sobre a vida que nos impulsiona a buscar nossa felicidade e realização.

Antes mesmo de pensarmos na vida como respirar, andar, correr se alimentar é pensar em uma vida livre, é olhar para liberdade que possuímos e buscar as oportunidades do mundo.

Viver sem mesmo fazer o que gosta é estar em um mundo sem sentido, quem vive somente de obrigações sem experimentar o gosto do prazer em realizar-se, caminha para a infelicidade.
Mas não podemos nos enganar e pensar que constantemente nessa vida iremos fazer somente aquilo que queremos ou gostamos, vivemos em uma sociedade com leis e normas, então é por isso que devemos partir de um único princípio que vai nos nortear em tudo.

Antes mesmo da busca em fazer o que gosta é necessário encontrar nosso lugar no mundo, que não envolve somente espaço físico e sim o que queremos buscar de acordo com aquilo que está dentro de nós, ou melhor, nossa essência. Em outras palavras, a pergunta:

“Para que viemos e por que estamos aqui?”

Fazendo essa pergunta deixaremos para trás tudo aquilo que nos prende e nos impede de seguir de maneira leve e desprendida.

Viver sem a oportunidade de seguir nossas paixões é habitar um mundo carente de significado; aqueles que se confinam às obrigações, sem experimentar a satisfação do prazer na autorealização, avançam em direção à insatisfação.

No entanto, não devemos nos enganar pensando que em nossa trajetória frequentemente realizaremos apenas o que ansiamos ou desejamos, pois habitamos uma sociedade regulada por leis e normas.

Nesse sentido, é imperativo basear nossa jornada em um princípio unificador que nos orientará em todas as nossas empreitadas.

Palavra da redação do Jornal Fala Regional

O conceito de vida pode ser subjetivo, porém nossa intenção é refletir carinhosamente sobre a vida que nos impulsiona a buscar felicidade e realização.Antes mesmo de considerarmos a vida como o ato de respirar, andar, correr e nos alimentar, é ponderar sobre a vida como liberdade – um olhar reverente lançado sobre a tapeçaria da liberdade que possuímos, entrelaçada com as fibras da oportunidade ilimitada.

Viver sem se envolver em atividades que acendem nossas paixões é existir em um mundo carente de significado; aqueles que percorrem unicamente os corredores do dever, sem saborear a doçura da autorealização, caminham em direção ao reino do descontentamento.

Entretanto, não nos deixemos iludir pela noção de que o curso da vida nos concederá invariavelmente o privilégio de nos entregarmos somente a empreendimentos que amamos. Habitamos uma sociedade regida por leis e normas; assim, devemos ancorar nossa jornada em um princípio singular que servirá como nossa bússola em todas as empreitadas.

O entendimento da vida pode variar conforme a perspectiva, no entanto, nossa aspiração é contemplar brevemente a vida que nos motiva a buscar nossa alegria e realização, reconhecendo que antes de considerarmos a vida como respirar, mover-se, correr e nutrir-se, ela é uma busca por liberdade, um olhar em direção à liberdade que possuímos e à exploração das oportunidades que o mundo oferece.

Antes da busca pelo que incendeia nossas paixões, é imperativo determinar nosso lugar no mundo. Quando contemplamos nosso lugar, ele transcende meras coordenadas geográficas; engloba aquilo que nossos âmagos mais internos anseiam. Em essência, é a pergunta da nossa querida Ligia, Psicóloga: “Com que propósito viemos e por que nossa presença embeleza este plano?” Ao abraçar essa indagação, relegamos às sombras as correntes que nos aprisionam, permitindo-nos trilhar o caminho da vida com um coração aliviado, livre e iluminado.

Ligia Guilhermina da Silva
Psicóloga e Responsável Técnica HEFC
CRP 06/125146

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