A importância da psicologia no câncer

No início do tratamento, os assistidos chegam muito debilitados emocionalmente, pois a doença acarreta alterações na rotina diária e alguns passam a depender da família ou de cuidadores.

Começam a perceber mudanças no seu corpo, muitas dores, queda de cabelo, alguns resolvem raspar para facilitar, ocorre assim o isolamento social, algumas vezes por vergonha ou por desgaste. Situações que causam sofrimento, pensamentos negativos e consecutivamente a ansiedade e a depressão pelas incertezas quanto ao futuro e o medo da morte.

Torna-se necessária a atuação do psicólogo bem como dos outros profissionais de saúde que cuidem do físico e do psíquico, promovendo assim o bem estar geral do assistido e de sua família. Mostrar que a vida não acaba no momento em que o diagnóstico é feito, ou nas dificuldades que todo o processo de tratamento ocasiona, ou no momento de uma cirurgia, nos diversos sintomas difíceis da quimioterapia, na intensidade da radioterapia, mas que a vida está ali.

É preciso mostrar que, junto com as dificuldades, estão as alegrias, sempre há motivos para um sorriso, admirar algo ao seu redor ao invés de focar nas angústias. Passar ao assistido que essa “fase” difícil irá passar e se fizer dela suave, rápido passará.

Dra. Denize Aparecida Tuon Perim
Psicóloga

Matéria publicada no jornal Regional News 1641

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